Há quem ache que é tarefa fácil, essa de ter escrever conteúdo para gerações de consumidores tão exigentes e informadas quanto estas que tentamos conquistar hoje em dia. Uma coisa é certa, qualquer uma das gerações está presente online. E inegável também, é a importância do conteúdo no desenvolvimento de relações entre marcas e consumidores.

Mas na hora de traçar um plano de marketing de conteúdos, o que é que é preciso?

Olá, o meu nome é Estratégia e sou só indispensável.

Na Diamond desenvolvemos essa tal de estratégia “em parceria” com o cérebro do cliente. Procuramos saber exatamente o que ele espera de nós, a quem ele quer chegar e com que tom quer falar, para podermos organizar o nosso trabalho com base nos seus objetivos.

Uma coisa importante para quem a desenvolve: a estratégia não é uma escova de dentes. É a pasta. Pode e deve ser partilhada, para estar acessível a toda a equipa que esteja a trabalhar a marca em questão. Todos sabemos que há dias bons e dias maus, nisto da criação. Num dia em que o pensamento esteja mais preso, alguém poderá facilmente aceder à estratégia e resolver o entrave.

Sai uma dose de qualidade e consistência para a mesa 2.

Dizem os “espertos” que a fórmula de sucesso é essa: conteúdo de alta qualidade e consistência na sua partilha. E, pensemos, de que vale um bom post sobre receitas vegetarianas se… for só um? Querem-se rubricas, abordagens ou temas de conversa que não se esgotem à quarta ou à quinta. Todos nós gostamos de coisas novas. Mas não vale cortar o assunto de repente, só porque nos cansámos de falar de um tema. Como ficaria este artigo, se cortasse com ele agora?

Há quantos dias não lhe dizes nada?

Pois é. A frequência. Lembremo-nos que estamos a falar da construção de uma relação entre o consumidor e uma marca. Que relação é essa, em que os dates não são frequentes e em locais diferentes? Em “conteudês” falando, vamos lá espalhar a nossa palavra numa base regular e em várias plataformas. Claro está, como indicam os pontos anteriores, se for estrategicamente pertinente e se a qualidade e consistência estiverem asseguradas.

Importante também é não esquecer de ninguém.

Um erro comum e tentador, é exagerarmos no call to action, assumindo que toda a gente que lê aquilo que escrevemos está na fase final do processo de compra. Não. Há que pensar também naqueles que ainda não perceberam sequer a necessidade, nos que estão só a querer conhecer a marca e também nos que já estão em modo de pesquisa. Desta forma, não só amplificamos o target, como também demonstramos que falamos para pessoas e não para carteiras.

O controlo como base das outras capacidades.

Por último, mas igualmente importante, está o controlo daquilo que se faz. A eficácia é apreciada pelos clientes, pelos profissionais de marketing e publicidade e por todos os que desejam perceber qual é, efetivamente, o impacto do conteúdo para o público. Tecnologia disponível e ferramentas para todas as análises não faltam, e podemos controlar (quase) tudo o que quisermos, nos períodos de tempo que preferirmos.

O resto depende de nós! E este “resto” é o que se faz com esses dados, tal como ter a capacidade de perceber aquilo que resulta e não resulta para cada cliente; ter a capacidade de decidir por que caminho se deve ou não deve seguir; e ter a capacidade criativa para oferecer as melhores soluções para cada negócio.

Não é fácil? Não. Não se faz do pé para a mão? Não.

Mas as boas relações não são vazias de dificuldades.

Nem de conteúdo.